terça-feira, 10 de novembro de 2009

Postagem para o blog...

Até gostaria de escrever um artigo legal para pôr no blog... Mas duas pequenas coisas aconteceram nestes últimos tempos que me fizeram broxar no meu ânimo produtivo... Uma delas se chama Twitter, onde acabo escrevendo mensagens mais curtas e objetivas sanando minha necessidade de escrever a curto prazo, em vez de eu sentar e tomar uma garrafa inteira de vinho, eu vou bebendo pequenas doses... Acabo sempre com sede rs...
Outro motivo é que não tenho conseguido alcançar o ócio produtivo... como já disse em posts anteriores, a minha casa é um ambiente antiarte rs... E eu sempre com tantos projetos para tocar e sem tempo de dar conta de tudo. Quando alcançava meu ócio produtivo, o céu era o limite, mas sou uma pessoa muito sistemática e cheio de manias...
Uma reflexão boba que bateu agora em minha mente, é que atualmente o caminho para se alcançar o sonho apesar de parecer mais difícil do que nunca, parece abrir-se com mais facilidade dependendo da sua vontade de agarrar-se a algo. Uma coisa que aprendi nestes últimos tempos é que existe o bastante de tudo para todos. Ou seja, alcançar o lugar que se deseja depende muito mais do teu querer do que das situações que se colocam na sua vida. O seu querer atrai as situações. E com esse mundo tão pessimista do jeito que se anda, manter um pensamento positivo num sonho é um trunfo muito poderoso, que pode modificar a vida de qualquer pessoa.
Apesar de meu pouco tempo de vida, eu nunca vi uma pessoa com um sonho de verdade, morrer sem realizá-lo. Ou se morreu, morreu no meio do caminho, mas não desistiu. Não pense que morrerá pobre. Só o esforço que se gasta em realizar um sonho, traz uma recompensa enorme. Seu sonho é necessário ao mundo. E vc receberá uma recompensa.
Espero, assim como as pessoas que lêem este post que esta vontade em meu coração não morra sufocada pela tristeza das pessoas que aceitam a vida sem sentido que levam. Mas sim que seja alimentada pelo amor das pessoas que são importantes pra mim, pois sozinhos não conseguimos nada.

sábado, 17 de outubro de 2009

Mundo do Trabalho

Estive refletindo estes ultimos dias sobre a questão do trabalho em nossas vidas. A grande verdade que pude perceber é que desvinculamos totalmente a questão do trabalho e prazer. Certa vez, perguntei pra um chegado pq ele não escreveria o TCC dele sobre um tema que ele gostasse. Ele me disse que não misturaria trabalho com lazer. Essa declaração dele me soou muito deprimente na época, principalmente com o tipo de vida que eu sonhava, que era trabalhar com criação de arte. Arte pra mim sempre foi prazer, mas um prazer que eu gostaria de transformar em trabalho. Até que, no trabalho que eu tenho atualmente, eu tive a oportunidade (não ganhando para isso mas dispondo de equipamento e tempo extra) de trabalhar com minhas artes. E comecei a produzir um programa de tv para uma pequena tv universitária em ascensão.
Na minha família, a única referência artística que tive na vida, era minha mãe. Sempre estava envolvida com uma atividade nova, em variados tipos de artesanato e até culinária. De cada coisa nova que ela fazia eu ficava observando e, às vezes, até me metendo a fazer. A grande questão no caso, era que ela nunca tentou ganhar dinheiro com isso. Apesar de ela ser dona de casa, o que muitos supõem que uma dona de casa não faz nada, ela sempre trabalhou muito. Então, as artes acabaram como hobby. Às vezes ela até vendia para amigos, conhecidos e minha vó como comerciante, arranjava bons clientes. Mas era desmotivante. O dinheiro compensava muito pouco o gasto com material.
Eu, descambei pra outro lado. Na adolescência, extremamente influenciado por animes e a estética do mangá, comecei a desenhar neste estilo e sempre tentei escrever quadrinhos e histórias escritas. Nunca consegui emplacar e isso acabou, para minha tristeza virando hobby tbm... pois o plano B acabou se tornando plano A, minha faculdade de pedagogia acabou roubando todo meu tempo e disposição, me colocando numa prisão de onde, até hoje, não descobri um meio de escapar. Tentei cursos de desenho, quadrinhos, contos em blogs, e, atualmente, programa de tv.
A minha dificuldade é que não consegui acompanhar como deveria as tecnologias e, como todo artista, sempre estive com pouco dinheiro, pra poder investir nas minhas artes. Tentei ser autodidata usando as ferramentas da internet, mas chegou uma hora que eu acabei me esgotando. Precisava de investir um pouco mais em mim. O grande problema era que este estilo de vida jamais seria alimentado. Minha família, que era quem me bancava em tudo, nunca entendeu o sucesso através de uma vida artística, jamais iriam me incentivar a me jogar numa vida incerta.
Então, me formei em pedagogia e entrei em depressão-pós-formado. Em vez de reunir forças para passar num concurso ou fazer uma pós-gradução, me afundei em mim mesmo, e sem sequer produzir arte nenhuma. Sabia de uma coisa: Não era aquilo que eu queria pra mim. Não queria dar aulas. No máximo toparia ser pedagogo. Porém estava sem força para entrar em grandes concursos. Tentei vários concursos, vários caminhos, empregos loucos (como o que tenho atualmente), enfim.
Tive a oportunidade de produzir arte. Participei de todas as etapas na produção de um programa de tv e descobri um caminho das pedras enormes. Principalmente quando os instrumentos de trabalho não são seus. E você começa a depender de outras pessoas para que o seu trabalho flua. Voltei a ficar deprimido por conta disso. Além do que, não era meu trabalho produzindo programas que me sustentava, e sim outros trabalhos que eu fazia. Aprendi como fazer um programa artesanalmente, mas não disponha de instrumentos o suficiente para ser autônomo. Várias coisas começaram a dar errado e eu me questionei se era aquilo realmente o que eu queria para meu futuro. Poderia pegar meu diploma de pedagogo e sair por aí atrás de trabalho. Entrei num curso de desenho, e fui aprendendo algumas coisas novas. Mas sentia-me menosprezado, pois não era o que eu estava colocando em prática. Eu sinto que as pessoas acham que qualquer um pode ser artista e os que optam por esse caminho, é porque fracassaram na vida. Me lembro da minha musa Kate Bush que antes de completar a maioridade já tinha contrato com gravadoras e foi esperada por uns dois anos até que estivesse pronta para gravar seu primeiro disco. A gravadora, que tinha sido paciente, teve um grande retorno. Uma artista que deixou o mundo de cabelo em pé. A primeira mulher na Inglaterra a por um sucesso no topo da lista. Inveja...
Vou ter que aprender a tirar dinheiro da minha arte. Não tive uma família com garra o bastante para me ensinar essas pequenas coisas. Sempre tive uma vida fácil, gostosa. Mas eu sei que tudo acaba. E também estou cansado dessa vida limitada. Acabei com o tempo deixando estes limites espaciais domando minhas vontades e atitudes. Para se livrar de uma prisão, é preciso encontrar a chave ou cavar um buraco.
Tomei uma decisão de batalhar por isso. A vida de ninguém foi fácil. Nem a de Kate, tanto que ela depois de sua primeira turnê, decidiu não fazer mais nenhuma, justificando que esta movimentação toda, faria seu trabalho não ter a qualidade esperada por ela. Mas vou batalhar pela vida difícil que eu quero. Não sei se emplacarei com alguma de minhas artes, mas vou tentar até eu poder pagar meu pão diário com o dinheiro de minha arte. Quando isso acontecer, minha vida estará realizada, pelo menos profissionalmente, eu acho...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A Escola parou no tempo



Nas mãos de uma criança, vemos celulares, jogos eletrônicos, câmeras digitais, a maioria das vezes tudo isso reunido em um só equipamento. Acesso a conhecimentos? A internet proporciona a ponte para tudo que uma criança precisa(e quer) aprender. Porém, ela chega à escola e encontra um professor, um quadro e um giz. É obrigada a desligar sua diversão e prestar atenção no monólogo do professor.
Não é preciso fazer uma grande pesquisa para perceber que, de todas as áreas de conhecimento, como por exemplo, a comunicação, a saúde, a engenharia, um dos que ficou pra trás nesta corrida tecnológica foi a educação.
É clara a importância do educador para a formação não só da criança, mas de todo aquele que deseja e/ou precisa estudar um determinado conhecimento. Pois ele é quem pode promover as interações entre o conhecimento e o indivíduo. Porém não podem ser descartadas as outras formas de obtê-la. A internet é uma delas. Apesar de ser a forma mais fácil de chegar a novos conhecimentos, é a mais criticada pelos educadores.
Motivo? As máquinas podem desumanizar o conhecimento, segundo alguns especialistas. Apesar de encurtadas a distância entre o conhecimento e aquele que deseja obtê-lo, existe o medo de que todo esse conhecimento sem intermediários possa diminuir a afetividade entre as pessoas. O medo aqui é que a impessoalidade da internet possa influenciar negativamente e afastar as pessoas umas das outras.
Ainda que a internet e outras ferramentas ganhassem mais destaque na escola, acredito que a figura do professor não ficaria de lado. Claro né, as atuações dele não seriam as mesmas de hoje. Uma criança que chega na escola, ativa, pronta para brincar com os colegas e conversar sobre os conhecimentos de seu interesse, e até mesmo uma troca de conhecimento entre si sobre o conteúdo ensinados pelos professores, é abafado por um fica quieto! Não levanta! E ela senta de cabeça baixa e começa a copiar do quadro, é o tipo de atuação que não combina com essa geração atual, mais proativa, que tem um mundo ao clique de um mouse.
Quem nunca passou por aquele professor que ficava só falando e a maioria dos alunos fingia prestar atenção, mas estavam lendo revistas debaixo da cadeira, trocando recados escritos com colegas, fazendo jogo da velha no caderno, ou até mesmo estudando outra matéria que lhe interessava mais? A geração nova faz isso, só que com celulares de última geração, que podem filmar, e oferecer um monte de coisas legais para se fazer, até mesmo ver televisão, que era um fetiche na minha época de aluno.
É hora dos professores entregarem-se a criatividade dos alunos em buscar ocupações durante as aulas para sanar a chatice da aula e bolarem idéias, comunidades no Orkut, fóruns de discussão, buscar nos interesses do aluno um meio para articularem o conhecimento que desejam passar, mas só uma observação: Nada de cobrar dever de casa online, pois desculpa já tem: O vírus comeu!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Youtube: Divisor de Águas...

...que tem dado o que falar. O youtube e outros sites de hospedagem de vídeos tem sido, ao mesmo tempo, um gerador de oportunidades pra quem quer se auto divulgar como artista, mostrar seus vídeos para uma grande mídia e ganhar um lugar ao sol, e, para outros, tem se tornado um grande pesadelo.
Esta semana tivemos o vídeo de Vanuza e a discutidíssima versão do hino nacional, postada no youtube. Esses sites não têm deixado as figuras da mídia dormir em paz. Haja processos contra o site. Daniela Cicarelli que o diga. Vamos pensar... Quantos famosos já deram/comeram na praia antes dessa nova era, sem serem pegos? Uma foto na CARAS? Ah... Um vídeo em qualidade péssima vale mais que mil fotos photoshopadas!
Até mesmo pessoas “comuns” tem sentido efeitos dessa super exposição. Uma professora foi demitida na Bahia por ter vídeos seu, dançando num show de pagode, postados na internet. A platéia, que disponibilizava de celulares com câmeras, registrou o fato e jogou na rede.
Há também a criação de celebridades instantâneas. Como posso dizer, nem tão célebres assim. Exemplos: Susan Boyle, Sthefhany Crossfox, as discípulas de Inri Cristo, tombo de Caetano Veloso, Maísa, e, como já citado no primeiro parágrafo, a bola da vez: Vanuza. Não são pessoas que se destaquem pelo talento e pela beleza que possuem. É a fórmula do chiclete visual.
Chiclete visual segue a mesma regra da música chiclete: É simples, tosco, apresenta algo na freqüência do grande público do site, com uma versão menor(refrão) para quem tiver com pressa pra assistir a melhor parte. É como o funk: desnecessário, mas muita gente não vive sem. Mas eles seguem outra regra cruel: Sua fama não dura mais que 15 minutos. Poucos como Sthefhany Crossfox conseguirão uma vaga no A Fazenda.
Agora, falando de minhas experiências, há muita coisa que pode ser garimpada. Alguns privilegiados que tinham em seus arquivos de vídeos animações, clipes, músicas, programas da época da minha infância, estão disponibilizando este material para minha alegria. As tarde de sábado e domingo não tem sido as mesmas assistindo Flashman e outras séries mofadas na internet.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A televisão aberta: Cavalo dado...

Muitos amigos meus tem questionado sobre a televisão atualmente. A qualidade da programação anda muito ruim e, o que me surpreende, é que quando mudam as grades de programação, é para pior! As escolhas estão entre: telejornal que só mostra violência, novela, filme de cachorro e programas de merchandising. Aqui em casa, por usarmos uma antena UHF ainda temos acesso a uns canais diferentes como NGT independente, SESC TV, MTV, entre outros. Ainda assim não são grande vantagem. Ainda imagino como será quando eu assinar tv a cabo e me esbaldar nos filmes e variedades de programas. Como este dia, pelo menos pra mim ainda vai levar um tempinho pra chegar, vou resumir com minhas palavras as opiniões sobre cada tv:


Rede Globo: A primeira da lista, apesar de não representar a metade do que já foi. Não é um canal que me chama a atenção. Os noticiários deste canal sempre me soaram tendenciosos e as reportagens do fantásticos sempre pareciam promover algum produto ou incitavam medo na população. É a que exibe os melhores filmes e da melhor forma, sem cortar nos momentos de clímax, como a SBT faz. Em materia de entretenimento ainda é a melhor, apesar de alguns programas de comédia como a Turma do Didi e Zorra Total serem infantis demais, me fazendo perder a paciência. As novelas, apesar de não assistir fielmente nenhuma, simpatizo com Caminho das Índias; que mesmo sendo chata e irritante, é a melhor que tem sido exibida atualmente e bate de longe as novelas da Record. Sobre a programação infantil? Eles tem bons desenhos mas tem medo de exibir material novo, principalmente se forem animações japonesas, por causa da censura. Acredito que uma boa reprise de algumas animações históricas balançaria as estruturas das manhãs na globo. Adoro aquela série de bruxinhos que passa antes do jornal local aqui no Rio de Janeiro. Ah! Não posso esquecer de mencionar o programa do Jô, o melhor programa de entrevistas da TV aberta atualmente. Este canal só estraga quando tem Big Brother Brasil, pois a maioria dos bons programas são tirados do ar.


SBT: A segunda, na minha opinião. A Record nunca será nem metade do que ela é. Motivo? Silvio Santos! Apesar de ser um apresentador popular e bem chulo em sua programação, é divertido, cativante. Torna momentos chatos do domingo, principalmente pra quem não gosta de futebol, mais interessante e no mínimo assistíveis. Ainda não aprendeu a fazer novela. Eles poderiam retomar a velha escola que produziu a novela Éramos Seis e até mesmo (desespero!) Chiquititas, que dá de dez a zero nessas produções novas. Boas jogadas foram as reprises de Pantanal, Xica da Silva e Dona Beija. Peca muito na exibição de séries, diamantes preciosos jogados na madrugada, sem nunca exibir o final. Atualmente, estão resgatando os apresentadores mais populares como Ratinho e Cristina Rocha, dando mais espaço para Hebe Camargo. Programação infantil? Animes repetidos exaustivamente como X-Men Evolution e Naruto(este segundo cheio de cortes e adaptações mal feitas). Ultimamente tenho sentido a falta de Chaves e Chapolin, que tem sido pouco exibidos.


Record: Já gostei mais deste canal. Existe a Record antes da fazenda e depois da fazenda, passando pelo durante. Antes da fazenda, eles procuravam sempre trazer mais qualidade, buscando no padrão globo de qualidade o meio para conseguirem se equiparar em ibope. Mas, depois da exibição deste reality, a record está uma merda, exibindo aqueles participantes passando pela ponte suspensa durante horas. Entrevista com fulano de a fazenda... sicrano de a fazenda... chega! Troquei de canal. Ponto positivo para os concursos beleza na comunidade brasil e o programa de variedades do domingo (o fantástico deles) com destaque para o cara que educa cães.
Eles não tem programação infantil. Todo mundo fala mal do programa Geraldo Brasil, mas ainda não tive tempo pra assistir. Só passei o canal uma vez e vi que estava passando o concurso da morena mais bonita. Fizeram muitas novelas, algumas tendo repercussão como Os Mutantes. Mas pecam pela exaustão. A novela foi uma trama longa demais. Antes de terminar a primeira eu ja tinha desistido de tentar acompanhar.


REDETV: É a tv que bebe da fonte dos outros canais. Sempre comentando causos e fofocas relacionadas a globais ou recordais, ou tentando promover uma nova estrela do funk, a mulher tangerina, a mulher cupuaçu, etc. Não investem em ficção por medo de perder feio para os outros canais, o que já acontece. Gosto muito do Pânico na TV, um programa divertido que tem boas matérias pra nos divertir, apesar de as vezes deixar a desejar tbm... Exibem alguns animes na sua grade mas nada que tenha muita repercussão. Saudades da manchete.


Bandeirantes: Não fede não cheira, pelo menos aqui no Rio de Janeiro. É muito fraca, nunca tem nada que chame a atenção. Simpatizei com o programa da Galisteu, achei divertido. Tanto que a Globo lançou um programa de temática parecida e no mesmo horário. Acredito eu que o que dá ibope neste canal é o programa da Marcia Golshmit, aquela baixaria nunca é tirada da grade! Programa mais chato da tv brasileira. Ah! Tem o CQC que é legalzinho...


TVE BRASIL EDUCATIVA: Sinceramente, nem sei se é esse o nome certo do canal. Apresenta programa infantil de qualidade, só saber os horários. Vi um programa jovem interessante e também tem o programa da Leda Nagle, que entre filme de cachorro e Marcia Goldshimt é a melhor opção.




TV Gazeta: Não tenho o que dizer sobre este canal. Ponto para o programa que vende jóias e me ajuda a dormir.




MTV: Não é em todos os lugares que pega, mas como a maioria dos meus amigos e eu assistimos a esta emissora, acho importante mencionar. Tem uma programação atualmente bem variada, indo a programa de discussões, aos programas mais senso comum como o do Marcos Mion (Descarga). Gosto dos programas do Marcelo Adnet, o quinta categoria com os barbixas, e os outros de vez em quando assisto. Acho os comerciais muito longos e me cansam. É uma tv enjoadinha na minha opinião.

Pra encerrar, vou dar a dica que tenho seguido ultimamente: Youtube. Já encontrei séries antigas como Jaspion e Flashman e você assiste sem precisar baixar. Digite na procura o que você quer e, quem sabe, é seu dia de sorte? A televisão aberta é um cavalo que precisamos olhar os dentes.

Abraços a todos e desculpem pelo artigo, longo demais.

sábado, 29 de agosto de 2009

Normal

Quero sair da vida acadêmica

domingo, 23 de agosto de 2009

Flor gentil

Madrugada fria que eu vivo...
Colocando meu char do Lunia para pescar...
Enquanto tento escrever uma série para tv...
Pensando em muitas coisas...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

anjos

humanos são anjos que tiveram as asas trocadas por órgãos sexuais

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Doce de leite

Pegue uma lata de leite condensado e jogue numa panela de pressão cheia de água. Deixe cozinhar durante um tempo. Desligue o fogo, tire a lata, deixe esfriar e coma.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Sublimemente

Harpa que toca a trilha da minha vida
Que toca essa música sem uma harmonia exata
Sem um ritmo constante, sem uma melodia trabalhada
Harpa que toca, que muda de tom quando bem entende
Música que não é bela nem aos piores ouvidos
Música que traz dor, que relembra minha tristeza
Som que me remete as dores mais profundas
Acordes diminutos que tocam a cada lágrima
Arpejos dos meus passos, dor no coração
Dedilhadas institivas que soam na minha alma
Compasso instável que me faz tremer
Harpa que toca a trilha da minha vida
Continue tocando, pois esta música
Só poderá ser tocada uma vez.
Sua partitura é meu amor.


leia com a música